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moacircaetano


DEPOIS

moacircaetano




 Escrito por moacircaetano às 09h51
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 Escrito por moacircaetano às 10h22
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REFEIÇÃO

moacircaetano


Como entrada, teus olhos

O prato principal:
(ah...)
tuas coxas
e entre elas, lívida,
a sobremesa a me desafiar!

Com uma fome de séculos, me curvo
pronto, feroz, a balbuciar.
Mas tua mão em meu peito me para
e dita o ritmo lento da degustação.

Como pode ser doce o gosto do não!




 Escrito por moacircaetano às 07h46
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moacircaetano

      Teu umbigo
               taça
         Teus lábios   
      fonte        
      Tuas coxas
      garras
 
 
 
   Teus olhos                       luzes...
   Teus pelos             flores...
   Teu gemido      rouco...
       
        !
 
 
      Lentamente o mundo lá fora vai...
      sumindo...
      sumindo...
      sumindo...
 
      mudando mudando de cor...


 Escrito por moacircaetano às 10h26
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LOOKING FOR

moacircaetano


Espero, espero, espero
espero mais uma noite
em vão

Rasgo com um grito então
a superfície da solidão
num surto

E num sussurro absurdo
me entrecorto num curto
espasmo

e atingindo o orgasmo
antecipando o marasmo
espero!




 Escrito por moacircaetano às 16h07
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REENCONTRO

Patrícia Costa
          moacircaetano


Monumento erguido dentro do peito 
          Movimento incerto, imperfeito
Ruínas em torno do meu eu 
          Reinos onde ninguém se escondeu
O sorriso cortante passa pela minha mente 
          Te percorro de um jeito diferente
O que se sente...
Não se sabe!
 
          Uma cortina que se abre???

A incógnita verdade se deleita em meu seio:
e o amor?
 
          Um arrepio, frio, receio
          Uma dor...
Mero personagem perdido na vastidão do abandono 
          Vagando perdido sem sonhos, sem sono
Do gozo à excelência do sofrimento: 
          Do êxtase ao esquecimento
O louco subitamente se torna manso. 
          Entre tuas pernas...
          Meu remanso.



 Escrito por moacircaetano às 22h02
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TRANSUBSTANCIAÇÃO

moacircaetano


Pra chegar até aqui
sabe? quase morri
atravessei um oceano de metáforas
um deserto de sonhos (e um oásis)
tempestades selfmagnéticas
chuvas de ironias ácidas
e vendavais de paixões

Pra chegar até aqui
me transformei em mim mesmo
me perdi em seus olhos
me esqueci de quem sou

Pra chegar até aqui
me transformei em você...




 Escrito por moacircaetano às 12h31
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MEU RAIO DE SOL

moacircaetano


Meu raio de sol é pequeno
cabe no espaço de uma exclamação
meu raio de sol é pequeno
não é mais que um resquício, um senão

Meu raio de sol é pequeno
porém é vivo, cristalino
vive na rua, nos becos
nos cabelos daqueles meninos

Meu raio de sol é pequeno
não dura mais que um segundo e pára
é tão pequeno, tão pequeno
que a sombra da lua o mascara

Ah, meu raio de sol, tão pequeno!
nasce, não cresce; vive, não morre
meu raio de sol é, em momentos
únicos o único que me socorre

Ah, meu raio de sol, quão pequena
pode ser tua constituição
ínfimo, tísico, imberbe
um edema em cada pulmão

É meu raio de sol. É pequeno
e se encontra rondando em mim
é meu raio de sol, e se não te serve
paciência! vai ter que ser assim...




 Escrito por moacircaetano às 10h12
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PERDA

moacircaetano


Quando teu ser subitamente se desprendeu de mim
tão desavisado, nem percebi
que chegara o momento, princípio do fim

Quando teu ouvido se esqueceu do som
do roçar de nossas pernas, da união
das bocas num beijo, da fricção
da tua língua úmida em mim

então percebi: era só canção
um triste compasso, sem melodia
sem ao menos a força de um belo refrão...




 Escrito por moacircaetano às 14h09
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PIOLHOS

moacircaetano
   Tinha piolhos. Um monte deles. Centenas. Talvez milhares.
   Sua mãe costumava dizer: "Esse menino tá derramando piolho!" Não era exagero. Os bichinhos lhe escorriam pelo travesseiro, pelos lençóis, pelas roupas enquanto dormia. Isso aí: derramando de piolho!
   Tinha um apelido na escola: Lendinha. Não importava se 93,87% das crianças também carregassem a mesma sina: era ele o Lendinha! Título vitalício, intransferível. Talvez não apenas pelos piolhos. Talvez por ser menor que todos os outros (dez anos num mar de quinzes e dezesseis). Talvez por seu jeito calado, sozinho, sempre um pouco triste. Talvez pelo livro sempre embaixo do braço.
   Sua mãe o obrigava a passar o pente fino todos os dias. Sua avó já tinha tentado de tudo: Neocid, Lendrex, álcool, vinagre ao sol, benzedeira... além das intermináveis tardes de catação manual.
   Funcionava assim: cabeça deitada no colo do carrasco (geralmente sua avó). O carrasco separa um único fio de cabelo, usando os edos indicador e polegar. Unindo a ponta das unhas dos dedos em questão, corre-os pelo fio de cabelo num movimento ascendente, desde a base até a ponta. Como resultado, um ou mais piolhos ou lêndeas se depositavam sob a unha. Num movimento rápido (antes que os malditos escapassem), o adulto pressionava as pequenas criaturas entre as unhas dos dois polegares. Seguia-se um som característico, como uma pequena, diminuta explosão. Uma ínfima quantidade de sangue na unha. A fricção dessa unha na roupa. E a repetição de todo o procedimento, fio por fio...
   Um belo dia, acordou e viu que não tinha mais piolhos...
   Tinha se tornado adulto!


 Escrito por moacircaetano às 22h06
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CRONOS

moacircaetano

Assustado:
nascera um cabelo branco
em sua alma!


Sobre o bolo
trinta e poucas velinhas acesas
prenunciando o passado!


De sua moldura
o quadro me olha,
contrafeito!

O futuro ardia
em suas mãos:
brasa!


Pão
vinho
e solidão!




 Escrito por moacircaetano às 07h06
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CAPITÃO CORISCO

moacircaetano


Capitão Corisco num tem medo
Capitão Corisco num tem medo
Capitão Corisco num tem medo
de vivente

Capitão Corisco num tem medo
Capitão Corisco num tem medo
dos macaco

Capitão Corisco num tem medo
da marvada

Capitão Corisco
riscano a caatinga num cisco
num tem medo de tiro
nem de facada





 Escrito por moacircaetano às 22h22
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GAIJIN

moacircaetano


O guerreiro subitamente acordou. Seu cavalo o havia levado, inconsciente, até as portas da fortaleza.
Por todo o seu corpo, dezenas de cortes, escoriações e hematomas. Por toda a sua alma, vergonha e derrota.
Melhor seria que tivesse morrido no campo de batalha. Melhor seria a misericórdia da lâmina. A fria e impessoal eloqüência do aço.
No entanto, recebera a vergonhosa, a infame, a indigna gargalhada de escárnio do perdão. Poderia viver sem um de seus braços, sem uma de suas pernas, ou imobilizado pelo resto de sua vida em uma cama, ou mesmo no chão de uma cela. Mas não poderia nunca viver sem sua honra.
Com o último suspiro de suas forças, ergueu sua espada. Através da névoa que embaçava seus olhos, viu refletida na lâmina suja de sangue um rosto destroçado, marcado pela queda.
A arma rasgou o ar, traçando uma linha descendente. Do céu ao seu peito. Do sol ao chão.

Ao amanhecer, encontraram-no morto.
Quando o levantaram, aquele nome derramou-se de seu corpo. espalhou-se por todo o reino.
Na torre mais alta, ela soube...




 Escrito por moacircaetano às 09h30
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Parabéns pra você...




 Escrito por moacircaetano às 13h23
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Uma viagem...
Eu e Frannie (http://www.meumosaico.com/)



 Escrito por moacircaetano às 20h32
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CONSTATAÇÃO

moacircaetano
À hora do café
somos todos
um pouco mais tristes...


 Escrito por moacircaetano às 10h58
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FRAGILIDADE

moacircaetano


Amor feito de gestos matutinos, de gestos
que se dobram, se amarram em versos
de gestos maquinados na calidez do sol
que nasce...

feito de folhas tenras, de fátuos
do infinito, do abissal
do gosto

de uma manhã de domingo...




 Escrito por moacircaetano às 20h57
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13 DE NOVEMBRO

moacircaetano


O campo se encontrava vazio...
E (ao menos assim se sentia)
nada havia ali, a não ser o desejo de florescer

Em tantos anos de cultivo
estações e estações se sucederam
Ventos trouxeram sementes
A chuva e o sol banhavam seu corpo
feito de grama e de sonho
de terra e paixão

Embora cada um cravasse as raízes em sua seiva
nem todos germinavam!
Algumas sementes estéreis
Ervas daninhas
que deixavam somente no depois
a terra arrasada
e o gosto de flores mortas em sua boca

E a cada replantio
mais difícil era retirar do solo
os nutrientes vitais...

Mas o sol está nascendo
e uma brisa suave principia a soprar
trazendo abelhas com seu pólen
trazendo o orvalho, úmido, delicioso
e a promessa da primavera!

Agora meu campo de girassóis já pode despertar
mostrando ao mundo a beleza dos que amam!




 Escrito por moacircaetano às 08h27
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NÃO

moacircaetano


Já não posso ser fulgente
Já não posso ser Bahia
Já não posso nem de noite
nem de dia

Já não posso acreditar
naquilo que me sorria
Já não posso ver amar
esia

Já não posso me in-surgir
já não posso, é heresia
já não posso admitir

que a lei da simpatia
pelas coisas desiguais
seria...




 Escrito por moacircaetano às 21h29
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SONETO INSONE

moacircaetano


Fazer brotar suor do sal
extrair pedras de som do mel
vender subtrações a granel
vitral

Desobstruir a válvula mitral
reacender, fritar, queimar, febril
reconciliar o novo e o senil
sisal

rasgar o abstrato, estomacal
fenolftaleína, dimetilfenol
mortal

extrato de ervas, Rio Grande do Sul
pênaltis depois do tempo normal
azul




 Escrito por moacircaetano às 21h11
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FESTA

moacircaetano


É noite de festa.
Celebramos algo que aconteceu
há trinta e um anos atrás
quando a maioria dos que aqui se encontram
nem haviam ainda nascido.
Alguns anos a mais...

O que, entretanto
não impediu
que a massa amorfa e móvel do tempo
nos amalgamasse em um bloco
de sonhos, paixões e mentiras...

Aquela morena de cabelos curtos
ainda não viveu o suficiente
pra saber que ainda viverá
maiores dilemas, maiores sofrimentos
e que olhará pra trás com saudades
de um tempo em que tudo era mais fácil
(embora tudo parecesse tão difícil...)

O rapaz que se senta ao seu lado
-coitado!-
não sabe bem porque está ali
ele apenas olha os semblantes ao seu redor
com estranheza e desconexão.

Ao lado dos dois
se sentam outros dois
com a vida inteira pela frente
e
por enquanto
com nada nas mãos...

Ele ainda não sabe o que é
não sabe o que foi
e nem mesmo vislumbra o que virá
é apenas um menino, perdido
entre roupas, carros e presentes caros
e um rosto que vem e se vai

Ela apenas sorri
dentro de seu sorriso imperceptível
e olhos ainda jovens...

Há, ainda, um outro casal
aprisionado
por anos e anos e anos
com mais de um milhão de planos
e o relógio como barreira

e aquele outro, casado
cansado
de centenas de mal-entendidos
entrelaçados numa teia escura
buscando algo novo
onde simplesmente não há!

Algumas crianças preenchem o ambiente
de esperança no que há de vir
mas já são tão tristes, e estranhas
como se já soubessem
(mas são apenas crianças...)
que o mundo não é mais colorido
que é quase proibido
sorrir.

Os que se foram primeiro
estão prestes a confirmar
a inevitabilidade
a certeza indubitável do erro

Duas almas atormentadas
somadas
poderia resultar em que?
Acaso não é sempre a soma
maior que uma parcela?

Outros dois, alienados
poderiam assim continuar
pelo resto de suas vidas
pena que em algum momento
-e é sempre assim-
a vida venha cobrar
com uma arma em cada cabeça!

E eu, o que faço aqui?
Sou luz ou tempestade?
Sorriso ou confusão?
Só conheço a oportunidade
e o dom da negação...
E essa voz em meus ouvidos
cantando sempre a mesma canção

que fala de liberdade
da impossibilidade
e do chão!





 Escrito por moacircaetano às 17h03
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