Missing
É, eu sei... a poesia sumiu. Ninguém sabe, ninguém viu.
Não sei se foi a poeira de Rondônia que a deixou assim, sem cerimônia. Ou se foi meu próprio cansaço que a fez desaparecer no espaço.
Até mesmo essa tentativa desastrada me parece uma mera trapalhada. Mas vale como exercício pra mente. Quem sabe ela não se canse e num relance se apresente???
+ do mesmo: http://moacircaetanotodoprosa.blogspot.com/
E apareçam por lá: http://microcosmomicrocontos.blogspot.com/
Escrito por moacircaetano às 13h02
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Dieta
Durante quinze dias meu corpo de homem renuncia a seus desejos. Se entope de trabalho e da ausência dos teus beijos. Durante quinze dias meu pau espera. Meu gozo se acumula, acuada fera. Durante quinze dias não sou homem, sou máquina. Durante quinze dias a vida prossegue, apática. Até que chegue nosso fim de semana com seus sábados e domingos. Até que eu alcance teu corpo em chamas e tuas pernas se abrindo.
Escrito por moacircaetano às 22h50
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Com versa
moacir castanho e czarina
Agora sou muito mais que vice-versa. Verso, visse?
Vixe... versa!
Vê esse verso!
E vice, versa? Vi, se verso. Vil esse verso.
Viu-se? Inverso! Avesso, averso!
A ver se o verso avesso a vices vê-se imerso...
em prosa: http://moacircaetanotodoprosa.blogspot.com/
diário: As Aventuras de Momozito na Maravilhosa Cidade de Rolim de Moura
Escrito por moacircaetano às 22h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Coisas que não servem mais
Um calendário do ano passado. Minhas calças número trinta e oito. Poltrona já sem estofado. Pacote vazio de biscoito. Esse sentimento ultrapassado. Chave reserva do carro vendido. Jornal do sábado retrasado. O gosto antigo pelo proibido. Sapato com a sola furada. Livro depois do incêndio. Fruta podre, estragada. Gente que não te entende.
O ano que se passou. E tudo o que você já conquistou. (Althoug you just don´t understand...)
Escrito por moacircaetano às 20h02
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|