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moacircaetano


O AMOR


O amor, mesmo quando acaba,
não morre.
O amor corre por estradas desconhecidas
e dá reviravoltas suicidas.

O amor não desaparece
mesmo quando a gente se esquece
que amou um dia.
O amor nos atropela
do outro lado da rodovia.

O amor teima, e surge, e salta
de algum lugar do passado.
O amor passa do nosso lado
e a gente nem vê.
O amor é programado
como um programa de tv.

O amor, coitado,
é uma criança que não sabe de nada.
Se machuca, é sem saber.
Se assusta, é quase sem querer.

É insistente, o amor,
e sempre se esquece
que um dia morreu.
E aparece, faceiro,
nos corredores infinitos do eu!




 Escrito por moacircaetano às 23h21
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