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moacircaetano


Casa com criança

Casa com criança, te digo,
é a coisa mais engraçada:
é brinquedo pra todo lado,
toda hora uma risada...
de repente a rotina se quebra,
a bagunça impera
e não importa mais nada!

Casa com criança, amigo,
é coisa sensacional!
Nada fica organizado,
nada, nada é normal,
Grito é coisa cotidiana,
seriedade é casca de banana, 
todo dia é carnaval!

Casa com criança - prossigo -
é a melhor coisa do mundo...
Preocupações, carrancas, ressentimentos
somem num átimo de segundo
quando, sem motivo aparente,
eles se viram pra gente
e dão um beijo, um abraço,
e remodelam o tempo e o espaço!

Casa com criança, não consigo
mais imaginar minha vida sem!
O jeito é, quando o Davi estiver maiorzinho,
fazer mais um, mais dois, mais três,
mais cinco, mais dez, mais cem!



 Escrito por moacircaetano às 18h04
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É Natal...

Difícil falar do Natal...
Não existe nada mais clichê!
Mas mesmo assim, falo, falamos, falaremos...
Uns mais, outros menos.

Metade diz que não gosta...
Que família reunida é uma bosta...
Que é uma data inventada pela mídia
pra vender panetone, presente e bíblia,
e que ninguém se lembra de Jesus
e da morte sangrenta na cruz.
Dizem mais, que somos todos falsos
nessa época do ano
e que melhor mesmo é ficar sozinho meditando
ou vendo o show do Roberto,
de preferência sem viva alma por perto!
Esses não criam calos nos pés
devido às longas horas de procura
por presentes pra todas as criaturas,
nem se aborrecem com esperanças inúteis
de que algo no mundo mude...
Mas em compensação
estão sempre um pouco mais tristes que a média...
e têm aquela cara de tango e tragédia!

A outra metade fica eufórica,
tocando aquelas musiquinhas chatas a toda hora,
gasta todo o décimo terceiro,
enfrenta shopping lotado,
compra presente pra mãe, pai, amigo e cunhado,
tira foto com o Papai Noel
(alguns acreditam que ele passeia mesmo no céu)
e beijam tudo que é criancinha
(inclusive a minha)
e dançam, e bebem, e comemoram
até tarde da hora
e levam tudo na base da besteira,
sabendo que a vida, no fundo, no fundo,
é só uma grande brincadeira!
Esses não se aborrecem com os acontecimentos
e vão levando sua vida
na base do circo e do pão...
e porque não?

E há essa pequena, limitadíssima fatia,
na qual me insiro, por falta de opção,
que tenta manter os olhos abertos 
e os pés no chão
enquanto passam por esse furacão
e entendem que um dia é só um momento
retirado de um longo livro de sentimentos
e que o amanhã é mais importante que o Natal,
pois é um dia normal...
E mais importante ainda é o que vem depois:
o café com leite e o feijão com arroz...
a doce e amarga ciranda de cada dia,
a luta contra o tédio e a monotonia,
onde só vence quem encontra a paz...
Seja como for (cada um sabe o que faz).

Então, sejamos religiosos ou não,
o negócio é aproveitar o dia de hoje
como mais uma oportunidade diária
pra exercitar o coração!

***********************************

Feliz 24 de dezembro a todos vocês que fazem parte da minha vida (e também àqueles que não), seja lá o que essa data signifique pra cada um de vocês!

 

E que amor seja o abraço, o carinho, a preocupação...

E que paz seja a tolerância e a compreensão!

E que sucesso sejam as conquistas, tanto coletivas quanto individuais...

pra podermos ser sempre mais... e ainda assim iguais!




 Escrito por moacircaetano às 09h36
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Cicuta

Quantas vezes
a camisa
pesou demais?

Quantas, tanta vezes
o grito da torcida foi bálsamo...
mas quantas vezes foi ausência de paz!

Quantas inúmeras vezes
a pressão era tanta
e era preciso molhar a garganta
e acalmar a alma...
Quantas vezes o mundo esteve na palma da sua mão
e quantas vezes não!

Mas o pior ainda estava por vir:
a falta de tudo isso!
O fim do feitiço
e dos toques de calcanhar!
O barulho da arquibancada a se calar
enquanto a vida seguia, teimosa...
Era tudo ali, preto no branco
quando devia ser cor de rosa!

Consultas, termos técnicos, receituários,
pacientes sucedendo-se, vários,
enquanto em seus olhos o filme se repetia,
dia e noite, noite e dia...

Onde esteja, Doutor,
descanse...
esse não foi seu último lance!



 Escrito por moacircaetano às 12h21
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Nove meses

Nove meses
são os tempos
das gravidezes...

O tempo necessário
pra um poeta salafrário
sair da zona de desconforto,
se lembrar que não está morto
e escrever umas rimas miseráveis...
Nove meses pra retornar aos píncaros inescaláveis
da não-fama-não-temporária.

E dá-lhe poesia mixuruca e ordinária!



 Escrito por moacircaetano às 11h53
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